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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010

Entrevista do Correio da Manhã a Francisco Ferreira em dia de arranque da COP16

Discurso Directo
“Impactos sentir-se-ão com mais intensidade”

Francisco Ferreira, Dirigente da Quercus, fala sobre as expectativas da Cimeira da ONU para alterações climáticas.

 

 

Correio da Manhã – Quem serão os protagonistas da cimeira que hoje começa no México?
Francisco Ferreira –
Serão os mesmos do ano passado, na Cimeira de Copenhaga: os Estados Unidos, a China, o Japão e a Europa.

– A China e os Estados Unidos são os que mais poluem...

– Há uma grande guerra entre Estados Unidos e China. Os norte--americanos dizem que a China deve fazer um esforço maior na redução da emissão de gases por serem o principal poluidor. A China acusa os Estados Unidos de não terem ratificado Quioto e dizem que ainda estão muito longe da média de emissões per capita.

– Qual o papel do Japão e da Europa?

– O Japão não quer comprometer-se a um acordo se as grandes potências ficarem de fora. A Europa tem perdido a sua liderança negocial e agora aparece fragilizada com as posições de Itália e Polónia que se opõem a uma redução superior a 20% até 2020.

– O que se estava a preparar para a Cimeira de Cancún?

– Em Copenhaga preparou-se um cenário de dois caminhos: um era prolongar Quioto para quem estava em Quito, o outro passava por criar um acordo paralelo para os países que não ratificaram o protocolo.

– Isso será possível?

– Com as dificuldades que se anunciam, estamos a ir num caminho no qual os impactos das alterações climáticas se vão fazer sentir com mais intensidade. Pode ser uma cimeira importante. Se não sair nada dentro destes dois caminhos, teremos de pensar em cenários ainda mais pessimistas do que os já existentes.

– Portugal vai cumprir Quioto?

– Fizemos um grande esforço, em especial nas energias renováveis. Vamos cumprir Quioto, com uma pequena margem, muito à custa da crise económica que reduziu bastante a produção e a consequente emissão de gases com efeito de estufa.

 

Fonte:

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/lazer/ciencia/tecnologia/impactos-sentir-se-ao-com-mais-intensidade

por Quercus às 17:01
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